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Imprensa internacional destaca Geekie como tecnologia parceira do professor

O The Economist, uma das mais influentes publicações do mundo, mencionou a Geekie como exemplo de tecnologia educacional que alia-se ao professor na missão de personalização do ensino.  Leia a matéria na íntegra aqui.

De origem inglesa, a The Economist é considerada a publicação mais influente em análises internacionais com foco nas áreas de negócios, finanças, política, ciência e tecnologia. De acordo com uma pesquisa realizada em 2016, seu site recebe a visita de mais de 10 milhões de visitantes únicos por mês. Em sua matéria de capa sobre tecnologia e educação, intitulado e traduzido livremente como “Juntos, tecnologia e professores podem recriar a escola”, a revista faz uma análise aprofundada sobre o conceito de personalização do ensino – desde sua origem – e elenca três premissas para que a personalização possa trazer resultados concretos para o futuro da educação.

Segundo a revista, o modelo convencional tal como o conhecemos teve sua origem na Prússia, no século XVIII, e apesar de ter se provado o mais eficiente no sentido da popularização da educação formal, ainda impede que bilhões de estudantes desenvolvam todo o seu potencial. Nas regiões mais pobres, apenas um quarto dos estudantes do ensino secundário adquirem pelo menos conhecimentos básicos de matemática, leitura e ciência e, mesmo nos países mais ricos da OCDE, cerca de 30% dos jovens não alcançam proficiência em pelo menos um desses assuntos.

O veículo destaca que, apesar da tecnologia já ter se apresentado diversas vezes como uma aposta para a resolução do problema, nos últimos 15 anos, bilhões de dólares foram mal investidos por não terem se atentado ao fato de que sem intencionalidade pedagógica os dispositivos móveis podem acabar por distrair as crianças e os jovens. O que importa mesmo, na opinião formada pelo artigo, é como a tecnologia educacional é usada a favor do professor: uma vasta pesquisa de 2015, apontou o educador como figura central em quase todas as 20 formas mais eficientes de potencializar o aprendizado.

Escolas mais produtivas

A otimização do tempo do educador e a possibilidade de tornar o tempo na escola mais eficiente é portanto a primeira premissa apontada para que a tecnologia educacional entregue resultados concretos. Os professores que contam com tal oportunidade estão direcionando o tempo poupado para outras atividades, como o desenvolvimento de habilidades sociais ou um acompanhamento individualizado dos alunos.

Democratização da educação de qualidade

A segunda premissa trata-se de garantir que a EdTech (tecnologia educacional, em inglês) seja utilizada no sentido de eliminar as desigualdades da educação e não de agrava-las. Para isso, é essencial que as oportunidades sejam oferecidas para quem mais precisa. O artigo é otimista neste ponto, e traz diversos exemplos onde a tecnologia educacional vem beneficiando principalmente as camadas mais pobres.

Saiba mais em: Apenas acesso à tecnologia não diminui desigualdade na educação

Tecnologia parceira do professor

Para o The Economist, a fim de que tal revolução de ensino de fato ocorra nas escolas, os professores devem “abraçar” a tecnologia educacional. O artigo defende que os educadores têm o direito e a responsabilidade de pedir provas de que a tecnologia funciona, mas que isso não significa que o poder transformador da inovação deva ser visto com ceticismo. É principalmente neste contexto que o artigo traz a Geekie como um bom exemplo a ser seguido!

Geekie: um caso de otimização, democratização e parceria

Para ilustrar porque dentre centenas de inovações tecnológicas a Geekie foi referenciada como um exemplo, relembramos alguns resultados e conquistas:

1. Com a funcionalidade “Tarefa de casa”, do Geekie Lab,  o professor pode criar lições de casa por meio de um banco de questões de Enem e vestibulares, agendar o envio e a data de entrega, acompanhar em tempo real a participação da classe, além de receber relatórios de desempenho apontando as questões com maior e menor índice de acerto, resultado individual e por turma. Ao benefício de envolver o professor na personalização do ensino, somou-se outro: o tempo gasto por ele para criar, enviar e corrigir tarefas sofreu uma redução de 30 para 5 minutos – uma economia de até 20 horas mensais.

2.  A funcionalidade acima só obteve sucesso pois foi fruto de um processo de cocriação. Mais de 13 professores, de perfis heterogêneos, foram convidados a participar de todo o processo de desenvolvimento da funcionalidade, incluindo ideação, prototipação e iteração. A primeira versão da “Tarefa de casa” foi oferecida para uma base de 4.500 professores, dos quais recebemos um índice de 77% de aprovação. Após uma nova fase de alterações a funcionalidade passou a ser a uma das preferidas dos educadores com um novo índice de 89% de satisfação.

Saiba mais em: Você vai até seu cliente só para validar suas ideias ou para criar algo realmente novo?

3. Quanto ao caráter democratizador são vários os exemplos que podem ser citados. Desde nossa fundação contamos com modelos de negócio e distribuição que  já nos permitiram alcançar mais de 5 milhões de estudantes e centenas de escolas públicas.

No caso do projeto em parceria com o Estado de São Paulo, citado pela The Economist, em 2015, mais 415 mil matriculados no 3º ano do ensino médio estadual tiveram acesso ao Geekie Lab, plataforma de apoio ao professor, que oferece videoaulas, resumos e exercícios para complementar o conteúdo de sala de aula e traçar trilhas de aprendizagem personalizadas para cada aluno.  Você pode ler mais sobre esse projeto clicando aqui.

Já na cidade de Caxias do Sul, em mais uma parceria CPFL e Geekie e com impacto estimado em mais 19 mil alunos, acaba de ser lançado um projeto que dará acesso gratuito ao Geekie Lab e Geekie Teste. Trata-se da nossa iniciativa mais recente no setor público! Leia mais aqui.  

As métricas que acompanhamos para mensurar nosso impacto não se restringem ao alcance, mas falam também de aprendizagem. A consultoria METAS SOCIAIS fez uma análise de impacto sobre o produto Geekie Games e atestou que o avanço para o uso total dos recursos do aplicativo trouxe, em 2016, um adicional médio de 72 pontos TRI na comparação entre as notas de início e fim de ano dos usuários do produto. Para se ter uma ideia do impacto, vale colocar em perspectiva: essa pontuação é similar à diferença histórica entre o desempenho médio dos alunos de escolas particulares e públicas. Confira o artigo completo aqui.

Ser mencionado como exemplo por um veículo tão relevante, dentre milhares de alternativas e por critérios tão fundamentais, nos enche de orgulho e gratidão por todos que compartilham desta jornada. Tal reconhecimento reforça nosso posicionamento de parceria com o professor, ajuda a estabelecer a inovação como um elemento chave para a transformação da educação e mostra que é possível, sim, construir iniciativas de referência mesmo longe dos centros de alta tecnologia.

1 Comment

  1. 25 de julho de 2017 at 22:51 — Responder

    Please keep me on your list to send new publications on education.
    Thanks
    Argemiro

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