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SESI São Paulo traz novas abordagens para conquistar estudantes

Professores do SESI SP alternam abordagens para manter o interesse dos estudantes e contam com as plataformas da Geekie para ampliar a aprendizagem. Veja os relatos de professores e alunos:

Quando chegamos ao SESI Campinas – Amoreiras, uma das unidades de Ensino Médio do SESI SP, fomos recebidos por um grupo animado de educadores e alunos, além de ótimas notícias:

Entre primeira e a segunda aplicação de Geekie Teste, as médias da 3ª série subiram em todas as áreas de conhecimento; com destaque para área de ciências humanas, com 21% de aumento!

A melhora se deveu muito à participação ativa dos educadores nas plataformas Geekie, utilizadas pelo SESI SP desde 2015: “Para nós, foi muito importante a devolutiva das habilidades e conteúdos que eles desenvolveram”, afirmou a professora Débora Claudino, de Língua Portuguesa. “Através dela, conseguimos nortear nossa prática docente, focando nos aspectos em que eles não se saíram muito bem”. A performance no Geekie Teste foi ainda comparada às das avaliações internas e desempenho em sala de aula; aqueles alunos com notas abaixo da curva receberam acompanhamento contínuo para ampliar a aprendizagem. 

Com resultados à mão e plano de ação atualizado, o SESI Campinas investiu no uso do Geekie Lab para preencher lacunas de aprendizagem – sempre falando a linguagem dos alunos. Para a professora Débora, dinamismo tornou-se a palavra de ordem; ela entende que qualquer recurso, se repetido à exaustão, vai eventualmente perder o encanto da turma.

“Como a plataforma é dinâmica, eu não procuro encaixá-la em uma rotina. Quero dinamizar também o seu uso”, determinou.

Nos últimos meses, o Geekie Lab foi usado como parte da Sala de Aula Invertida; como reforço para sintetizar os conteúdos vistos em sala; com projetos (em que funcionou como ferramenta de pesquisa); para tarefa de casa; e até em espaços compartilhados, com Estações de Aprendizagem (nesse caso, os alunos se alternam entre as estações, cumprindo diferentes tarefas acerca do mesmo tema em cada uma).

De onde ela tira tanta criatividade? Débora não tem a menor dúvida: “Dos meus alunos”. Ela explicou que observa a turma de perto, vê quais estratégias chamaram a atenção deles e quais, por outro lado, foram menos interessantes. “Nossa rotina é o que regula a prática, nos faz buscar linguagens diferenciadas”.

“O professor pode indicar aulas que complementam o que ele passou em sala”

O Geekie Lab ainda permitiu que os jovens estudassem em seu próprio ritmo, em qualquer lugar. A aluna Débora Perizzato, da 2º série do Ensino Médio, estuda, trabalha e ainda faz cursinho à noite – por isso, se beneficiou do aplicativo da Geekie para Android. Ela passou a aproveitar o tempo no ônibus para assistir às aulas e realizar exercícios no Geekie Lab no celular. Além da mobilidade, ela valoriza ter acesso a várias fontes para adquirir conhecimento – vídeos, resumos, questionários – e elogia o conteúdo disponível. “Como, na internet, há todo tipo de material, mesmo que a gente pesquise, pesquise, pesquise, é fácil ir atrás de informações erradas sem a orientação de um professor. Com a Geekie, é ótimo porque o professor pode indicar aulas sérias, de qualidade e que complementam o que estamos vendo na sala de aula”.

Mobilidade, personalização e abordagem multimídia conquistam o jovem do século XXI

Quando nossa equipe conversou com Fernando Carvalho, diretor de Educação do SESI SP, maior Departamento Regional do Brasil, ele garantiu que a mobilidade, a personalização e a abordagem multimídia foram motivos para que mergulhasse de cabeça na Geekie. “Quando nos perguntaram se São Paulo tinha interesse em entrar, garanti que entraríamos com tudo”, ele afirmou. “Porque essa já é a realidade dos jovens, o Ensino Médio já demorou muito para se adaptar.

“Estamos correndo atrás: desde o 1º ano, eles já são digitais, então, entendemos que essa linguagem, essa personalização é fundamental”.

Nos próximos anos, Fernando quer continuar a parceria entre SESI SP e Geekie e investir em um olhar mais focado no novo milênio, nas habilidades a serem desenvolvidas e em uma Educação muito além da decoreba. O SESI SP propõe um aluno protagonista. Afinal, sem protagonismo, por que ir à escola?, questiona Fernando. Se a escola não for ambiente de debate, investigação, cooperação, o que impede que se aprenda tudo sozinho, na tela de um computador?

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