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Projeto com alunos monitores transforma aulas do SESI Paraíba

Professor do SESI Paraíba tornou seus alunos protagonistas nomeando monitores para auxiliar colegas na plataforma Geekie Lab. Descubra como essa atitude mudou suas aulas e melhorou o desempenho da turma!

Pedro Henrique Costa e Souza é aluno da 3ª série do SESI Paraíba, unidade Patos. Com 19 anos, ele até curte ir para a escola, mas admite que não era um aluno nota 10, especialmente em biologia. Ele conta que, no início do ano, sua média estava em torno de 6… Algo que precisava mudar logo, ainda mais em ano de ENEM e vestibulares!

Aliás, a dificuldade não era exclusiva do Pedro, não. Segundo Yuri Araújo, professor de biologia do Ensino Médio, aquela era a nota geral da turma. Quando a escola realizou a primeira aplicação de Geekie Teste, avaliação externa da Geekie, os relatórios comprovaram o desafio que havia pela frente – e foi na própria tecnologia que a escola encontrou caminhos para crescer.

Yuri foi convidado pela gestão do colégio para ser pioneiro no projeto APRENDA+, que usa as plataformas Geekie Lab e Geekie Teste de forma complementar; afinal, como ele mesmo contou, é “apaixonado por tecnologia”. “Adoro trabalhar de forma interativa, levar imagens e vídeos, ampliar os horizontes dos meus alunos”, afirmou o professor, “A tecnologia vem para ajudar, se soubermos usá-la da maneira correta”.

A receita do sucesso do SESI Paraíba: tecnologia aliada a alunos protagonistas

Yuri apostou em tornar a ferramenta prazerosa e o aluno, protagonista. Ele e os colegas, com suporte da direção, passaram a apontar alunos monitores, cujo papel seria auxiliar os colegas. “A gente dá uma missão para eles, como entregar atividades ou passar um recado para a turma, e eles se sentem parte da equipe, sentem-se úteis. Em vez de passar a manhã sentados em uma carteira, de repente, os jovens se veem como parte daquele ambiente. Isso é estimulante”.

Os alunos selecionados tinham domínio da matéria e ajudavam na realização dos exercícios online. Alguns se preparavam em casa, com antecedência, para garantir que passariam o conteúdo correto para os amigos! Assim, conta o professor de biologia, “eles crescem em sala de aula e mostram aos outros que também podem crescer”.

A diretora da unidade SESI Paraíba Patos, Marília Marinho Pontes, assegura o sucesso da empreitada. Para ela, é urgente que a escola não subestime o aluno e lhe dê espaço para ser autônomo. “Nossos estudantes são extremamente inteligentes. Enquanto não aproveitarmos isso, estaremos perdendo tempo”.

“Uma linguagem mais informal ajuda a entender o conteúdo”

Pedro nos conta que esteve dos dois lados do programa de monitores: ajudou a turma e pediu ajuda, claro, em biologia. “Uma vez, na aula de genética, não estava entendendo nada”, ele ri, olhando de soslaio para o professor Yuri, ali do lado. “Às vezes, o professor explica, a gente escuta, escuta, escuta, e não adianta. Mas uma linguagem diferente, mais informal, ajuda a compreender o conteúdo”. A linguagem informal veio de um dos colegas, o monitor na época, que era “o cara” em genética. O resultado? Hoje, a média do Pedro em biologia é 9!

Aliás, o aumento de notas foi geral: hoje, o professor Yuri se orgulha ao dizer que a média geral da turma fica entre 8 e 9 – bem longe da nota baixa lá do começo da história. Os desdobramentos foram tão positivos que ele buscou um mestrado em Tecnologias da Informação e Comunicação (TICs) na Educação, e pretende usar a Geekie como case.

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