Geekie em Pauta

Geekie ganha espaço em reportagem da ‘Folha’ sobre ‘empresas B’

A Folha de S. Paulo publicou no dia 19/4 reportagem sobre as chamadas empresas B, selo concedido a empreendimentos que geram benefícios sociais e ambientais. O sócio-fundador da Geekie Claudio Sassaki foi um dos entrevistados. “Você não tem que escolher entre mudar o mundo e ganhar dinheiro. É um novo olhar”, afirmou Sassaki. O texto destaca que ele deixou uma carreira bem-sucedida no mercado financeiro para criar a Geekie, cuja plataforma de aprendizagem personalizada foi usada em 2014 “por mais de 3 milhões de estudantes, sendo 85% da rede pública”.

Intitulada “‘Empresas B’ usam negócios para criar impacto ambiental positivo”, a reportagem publicada no caderno Mercado informa que o selo, criado há oito anos nos Estados Unidos, já está presente em mais 38 países. No Brasil, o Sistema B, entidade que há pouco mais de um ano está responsável pelo selo, já certificou 41 empresas. Tirando a Natura, a maioria dessas empresas é pequena ou média.

“Nossa diferença em relação a outras certificações como o ISO ou a de orgânicos é que nossa ideia é avaliar boas empresas, e não bons produtos”, explicou à Folha Greta Salvi, do Sistema B.

Para ter o selo, a empresa é obrigada a deixar explícito no estatuto o compromisso com benefícios sociais e ambientais para toda a comunidade, mesmo em momentos de crise.

Veja abaixo critérios avaliados para obter a certificação:

Governança

O Sistema B cobra transparência, por meio de indicadores que atestem a performance socioambiental do empreendimento.

Funcionários

Oferecer benefícios além dos previstos em lei e ter uma diferença menor que a verificada em grandes empresas entre o salário mais alto e o mais baixo.

Comunidade

Remunerar fornecedores a preços justos e estimular atividades voluntárias de funcionários na comunidade onde a empresa opera.

Meio ambiente

A empresa precisa ser eficiente no uso de energia e reduzir o eventual impacto negativo do seu processo de produção na natureza.

Negócio de impacto

As candidatas a empresa B devem ter impacto social benéfico, seja trabalhando com públicos carentes, como estudantes de baixa renda ou moradores de favelas, ou na área ambiental, tocando projetos de reflorestamento, por exemplo.

A reportagem destaca que ser uma empresa B não atende só a uma questão de consciência social, mas representa vantagens de mercado. “Os empreendedores do ramo destacam a atratividade que o modelo exerce tanto sobre clientes quanto sobre jovens talentos”, diz o texto.

O texto faz a ressalva de que essas vantagens competitivas não garantem que as empresas B serão necessariamente mais lucrativas, exatamente por causa dos compromissos que elas assumem. “O que está comprovado é que o ponto de equilíbrio é mais tardio, porque gera um custo você ter objetivos sociais. Não dá para dizer que são melhores em termos de eficiência, mas sim em propósito”, disse à Folha Graziella Comini, professora de Administração da USP.

Leia a matéria na íntegra em http://www1.folha.uol.com.br/mercado/2015/04/1618159-empresas-b-usam-negocios-para-criar-impacto-socioambiental-positivo.shtml
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