Geekie em Pauta

Eduardo Bontempo fala sobre cocriação para a Endeavor

A Geekie está trabalhando lado a lado com os seus clientes, por meio da cocriação. O resultado é uma ferramenta inovadora porque foi pensada desde o início por e para os educadores.

Como empreendedor, é provável que você já tenha vivido um momento eureka. A ideia genial, inovadora, que faz com que tantos brasileiros abandonem empregos formais, férias e carteira assinada, para enveredar pelos caminhos do próprio negócio. Ninguém mais pensou no que você pensou e você tem a certeza do sucesso.

Em geral, quando esse momento ocorre, o empreendedor tem um único instinto: fechar-se num escritório e trabalhar duro. O que há de errado nessa cena?

Agora, avance alguns anos. No Brasil, 6 a cada 10 empresas fecham antes de completar 5 anos – o dado é da pesquisa Demografia das Empresas, divulgada em 2016 pelo IBGE. De acordo com a Bloomberg, o cenário global é ainda mais crítico: 80% não sobrevivem aos primeiros 18 meses da empreitada.

Ainda que a culpa tenda a cair sobre o excesso de burocracia, outros obstáculos são chave para um resultado tão desanimador. Para a Forbes, o empreendedor Eric T. Wagner listou os cinco motivos que mais frequentemente levam um novo negócio à falência; o primeiro colocado, uma máxima que vale em qualquer ponto do globo: não entrar em contato o suficiente com seus clientes, por meio de interações profundas.

Mais fácil falar do que fazer. Se você está pensando “até aí, nada de novo no horizonte”, pense novamente: Não bastam tuítes ou e-mails, a comunicação profunda requer conversa — seja presencial, seja por Skype, ou por qualquer que seja a melhor ferramenta para o seu cliente (não para o empreendedor). Quanto mais envolvido o cliente estiver desde o princípio do processo de criação, menores as chances de o produto chegar ao mercado e não atender às suas necessidades, gerando prejuízo para a empresa.

Muitos empreendedores, entretanto, relutam em insistir nessa aproximação por conta de algumas ideias pré-estabelecidas:

  • Paixão pela ideia: quando há a certeza de que seu produto ideal é aquilo de que o clientes precisam, o empreendedor acaba fechado a críticas e sugestões — que, frequentemente, tornariam a solução mais viável no mercado. Apaixone-se pelo problema que quer resolver, não pela ideia inicial. Caso contrário, todo o tempo gasto fechado em uma sala, trabalhando sozinho, será tempo perdido.
  • Receio de incomodar o cliente: dar o primeiro passo pode ser desconfortável e até mesmo deixar o empreendedor com uma sensação de vulnerabilidade. Porém, o que observamos aqui na Geekie, empresa de tecnologia educacional, foi uma abertura das escolas, que se sentiram valorizadas e reconhecidas quando convidadas a contribuir com um produto — sem falar que, depois de participarem da criação, os níveis de engajamento subiram muito!

A palavra-chave, portanto, é cocriação.

Esse é só o começo! Continue lendo a história de Eduardo Bontempo sobre cocriação no site da Endeavor: Cocriação: você vai até seus clientes para validar ideias ou para criar algo realmente novo?

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