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Como a tecnologia na educação pode ajudar a promover inclusão social

Na coluna desta quinzena para o site da Nova Escola, o co-fundador da Geekie, Claudio Sassaki, fala sobre um de seus temas preferidos: como a tecnologia aplicada à educação pode mudar a vida das pessoas. Leia um trecho do texto e veja o post na íntegra neste link.

“Quando olho para minha trajetória, vejo que um fator foi crucial para eu largar uma carreira bacana no mercado financeiro e abrir uma startup: o impacto social que a tecnologia na Educação é capaz de promover.

É claro que, sozinha, a tecnologia não basta. O sucesso depende da qualificação do corpo docente para tirar dela o melhor proveito. Mas o acesso faz diferença. Um estudo de 2010, feito por pesquisadores da Universidade Federal de Santa Maria (UFSM) e da Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS), analisou o impacto do uso de tecnologia em escolas públicas e privadas de Ensino Médio nos resultados do Enem. A conclusão? As escolas com melhor desempenho geral no exame foram aquelas que mais incentivam o uso da tecnologia em atividades educacionais e que oferecem recursos para se aproximar dos alunos. Confira o trabalho na íntegra aqui.

Além dos benefícios para os estudantes, ao facilitar a busca por conhecimento, as escolas como um todo ganham com a tecnologia, ao permitir o embasamento das medidas pedagógicas em dados. Segundo o estudo Excelência com Equidade, realizado entre 2012 e 2014 pela Fundação Lemann em parceria com o Itaú BBA, essa é uma das quatro práticas identificadas nas escolas públicas que, mesmo em condições adversas, conseguem garantir o aprendizado dos alunos. “As avaliações frequentes e o acompanhamento contínuo dos alunos entregam às escolas uma grande base de dados sobre o aprendizado. O uso dessas informações para planejar, desenhar e implementar ações pedagógicas é outra característica comum às escolas de sucesso”, diz o relatório, disponível neste link.

A tecnologia, nesse caso, pode ajudar a conseguir esses dados de uma maneira muito mais simples, clara e profunda, tanto por meio de avaliações de grande porte quanto no controle das tarefas do dia a dia.”

 

1 Comment

  1. 25 de agosto de 2015 at 14:44 — Responder

    Sem dúvida os alunos que são incentivados sob novas perspectivas educacionais, além de diferentes aplicações lúdicas, têm seus desempenhos melhorados. Eu mesmo experimentei isso na prática ao trabalhar “fora da caixinha” com alunos de uma escola publica. Mas para o sucesso permanente e total dessas iniciativas, é imprescindível a coesão de toda equipe docente. Principalmente dos coordenadores e diretores. Um dos fatores que constatei sobre este aspecto, foi o fato de que no âmbito privado há muito mais relutância à novas perspectivas e inovações, muito por parte dos diretores e coordenadores.
    No âmbito público, a dificuldade surgia, geralmente, a partir dos professores mais antigos.

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