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Aprendizagem Maker: infográfico explica a tendência na Educação do século 21

A aprendizagem maker combina o “faça você mesmo” com a tecnologia de ponta. Veja o infográfico e conheça 3 formas de explorar essa tendência!

O movimento maker atrela a cultura do “faça você mesmo” com a tecnologia. Quando aplicado ao ambiente escolar, tem como objetivo promover a criação, a investigação, a resolução de problemas, a originalidade e a resiliência. Na aprendizagem maker, é importante pensar fora da caixa, buscar soluções criativas e saber aproveitar ao máximo qualquer recurso.

Ao criar algo – seja uma alavanca de palitos de picolé, seja um game online – os estudantes podem compreender conceitos, colocando-os em prática, levantar questionamentos de acordo com o contexto e mesmo exercitar habilidades socioemocionais, dependendo do objetivo do professor ao propor a dinâmica. Tudo caminha para tornar a educação mais significativa.

Como explorar a Aprendizagem Maker

As possibilidades de aplicação da aprendizagem maker vão desde as aulas expositivas (o que seria um primeiro passo, ou um nível inicial, adaptável à maioria das salas de aula) até o desenvolvimento de projetos onde o aluno é protagonista (em que a aprendizagem maker atinge todo seu potencial). O Grupo Makers explora esses níveis de aprofundamento da seguinte forma:

  • Expositivo: o professor cria os protótipos que serão utilizados em sala de aula sem a participação dos estudantes. Nesse caso, a maior vantagem é o educador ser capaz de criar seu próprio conteúdo; paralelamente, ele gera aulas mais atrativas e facilita a compreensão do tema com demonstrações práticas.
  • Participativo: aqui, alunos já possuem voz no processo de ensino-aprendizagem, sugerindo projetos a partir do tema central da aula – porém, a palavra final ainda é do professor. É ele quem vai selecionar, orientar e direcionar o trabalho da turma, trazendo exemplos, levantando questões e propondo desafios.
  • Mão na massa: o último estágio implica um grau mais elevado de interatividade. Os alunos conquistam autonomia no manuseio de tecnologias e ficam livres para desenvolver suas próprias soluções. Eles são responsáveis por todo o trajeto, desde o planejamento e a documentação do projeto até a avaliação dos resultados.

Vamos imaginar uma aula de física em uma abordagem Participativa: a turma pode decidir construir uma catapulta, por exemplo. Esse será o objetivo final, a ser atingido igualmente por todos, com apoio de educadores. Já em uma abordagem Mão na massa, o professor pode debater com os estudantes um problema da comunidade local e, em grupos ou individualmente, eles terão espaço para criar soluções com os mais diversos recursos – ou seja, não há um resultado esperado no início do projeto; pelo contrário, a partir de um ponto de partida, seguem-se caminhos diferentes.

O que preciso para a Aprendizagem Maker

Laboratórios maker podem contar com uma série de equipamentos, como impressoras 3D, óculos 3D, sensores, cortadora a laser, notebooks, softwares e ferramentas.

Entretanto, a tecnologia de ponta não é o mais importante, mas sim a experimentação e o trabalho colaborativo. O movimento maker defende que errar deve ser visto como etapa natural de qualquer processo de aprendizagem – não como uma falha ou algo que “tire nota” do aluno.

Aprendizagem Maker: infográfico

Aprendizagem Maker

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4 Comments

  1. 16 de janeiro de 2017 at 20:17 — Responder

    É verdade…

  2. 2 de fevereiro de 2017 at 19:29 — Responder

    O Kit Maker é da geekie? Como faço para adiquiri-lo?

    • Foto de perfil de Marcela Lorenzoni
      9 de fevereiro de 2017 at 10:41 — Responder

      Bom dia, professores! Não, a Geekie trabalha com plataformas de aprendizagem personalizada e avaliação externa, não com o movimento maker. Porém, o InfoGeekie, nosso portal de notícias, é espaço para compartilhar boas práticas em Educação inovadora. Trazemos todas as tendências que imaginamos que possam interessar nosso público, mais ou menos relacionadas com nossas soluçÕes! Mas fiquem tranquilos, já existem algumas empresas oferecendo materiais para escolas e até mesmo currículo maker em São Paulo! Boa sorte :)

  3. 6 de fevereiro de 2017 at 15:20 — Responder

    O Projeto ” Aprendizagem Maker” Pode ser utilizado pelo professor sem que a escola utilize a plataforma Geekie?

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